domingo, 20 de julho de 2014

Aconteceu dia 17/07/14 a 2ª etapa do projeto Capitolina

2ª Etapa – Exibição da minissérie “Capitu”

·        Capitu foi uma minissérie brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 9 a 13 de dezembro de 2008, tendo sido escrita por Euclydes Marinho com a colaboração de Daniel Piza, Luís Alberto de Abreu e Edna Palatnik, e direção geral e de núcleo de Luiz Fernando Carvalho. A produção foi uma homenagem ao centenário de morte de Machado de Assis, autor do romance no qual a série se baseia, Dom Casmurro. 
·        Nesta etapa os alunos assistirão a minissérie para sensibilização e melhor conhecimento da obra.






    
Avaliação: No dia 17 de Julho eu professora Luzia da Sala de Leitura junto com o 3º A do Ensino Médio assistimos ao 1º/2º e 3º capítulo da minissérie durante a aula de ARTE com a professora  Tânia Crescêncio e PORTUGUÊS com professor Natan Gonçalves. Continuaremos a assistir no próximo dia 24/07/14. 
Nos intervalos dos capítulos eu e os professores envolvidos no projeto conversamos com os alunos sobre o assistido e fizemos as referências entre a minissérie Capitu e o livro Dom Casmurro de Machado de Assis.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

2ª etapa do projeto "Capitolina" acontecerá amanhã 17/07/14

Atenção alunos do 3º E.M.


2ª Etapa – Exibição da minissérie “Capitu”

·        Capitu foi uma minissérie brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 9 a 13 de dezembro de 2008, tendo sido escrita por Euclydes Marinho com a colaboração de Daniel Piza, Luís Alberto de Abreu e Edna Palatnik, e direção geral e de núcleo de Luiz Fernando Carvalho. A produção foi uma homenagem ao centenário de morte de Machado de Assis, autor do romance no qual a série se baseia, Dom Casmurro. 
·        Nesta etapa os alunos assistirão a minissérie para sensibilização e melhor conhecimento da obra.

Os 13 mandamentos para quem pega um livro emprestado:


Os 13 mandamentos para quem pega um livro emprestado:

Emprestar um livro é, antes de tudo, um ato de desprendimento. Quem empresta uma obra literária, um volume de filosofia ou técnico, uma peça ou um ensaio de divulgação científica está ajudando a difundir o conhecimento ou ao menos divertindo alguém. Existe algo de nobre até mesmo em emprestar o mais lamentável dos best-sellers de fórmula. Contudo, nem sempre a recíproca é verdadeira. Muitas vezes quem pega emprestado não respeita o voto de confiança que recebeu. É extremamente comum que livros emprestados não retornem ou, o que pode ser até pior, retornem deformados. De emprestado para imprestável. Há quem não se importe, mas, para os amantes da cultura, a situação é de calamidade pública. É preciso que se difunda uma ética do livro, uma ética que estabeleça a etiqueta da relação entre aquele que empresta e aquele que pega emprestado. Lembrando que a comunidade dos letrados é uma verdadeira roda-vida, um “circulo do livro” em sentido lato: quem empresta hoje, pega emprestado amanhã.

1 — Se pegou emprestado, devolva.

2 — Trate o livro alheio como gostaria que o seu fosse tratado. Não rasure, suje ou rasgue.

3 — Só pegue emprestado se for mesmo ler. Não jogue em um canto ou coloque em uma fila.

4 — Se perdeu, compre outro e devolva.

5 — Se pegou por impulso e sabe que não vai ler, devolva.

6 — Se vai pegar sucessivamente emprestado, está na hora de comprar seu próprio exemplar.

7 — Se for uma ferramenta de trabalho, seja rápido.

8 — Não pegue sucessivamente emprestados livros da mesma pessoa, sem devolver os anteriores.

9 — Não constranja seu próximo pedindo emprestado livros raros ou com valor sentimental.

10 — Não empreste livros que pegou emprestado.

11 — Demorar para devolver é o mesmo que não devolver.

12 — Esquecer de devolver é o mesmo que surrupiar.

13 — Não misture com seus livros.

E ai, vocês concordam?

Fonte: Revista Bula

terça-feira, 1 de julho de 2014

CURIOSIDADES:


Origem de expressões populares

Sabe aqueles ditos populares que você usa no seu dia a dia? Você já pensou de onde elas surgiram?? 

Achei muito curioso e gostei bastante, espero que vocês curtam também:

1)Voto de Minerva
Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado pelo assassinato da mãe. No julgamento, houve empate entre os acusados. Coube à deusa Minerva o voto decisivo, que foi em favor do réu. Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.

2)À beça
No Rio imperial, havia um comerciante rico chamado Abessa, que adorava ostentar roupas de luxo. Quando alguém aparecia fazendo o mesmo, dizia-se que ele estava se vestindo à Abessa, ou seja, como o comerciante.

3)Vestir a carapuça
Carapuça é uma espécie de barrete ou capuz de forma cônica e remonta ao período da Inquisição, em que os condenados eram obrigados a vestir trajes ridículos ao comparecer aos julgamentos. Além de usar uma túnica com o formato de um poncho, eles precisavam colocar sobre a cabeça um chapéu longo e ponteagudo, conhecido como carapuça. Daí a expressão "vestir a carapuça" ter se incorporado ao português escrito e falado com o sentido de "assumir a culpa".

4) Amor Platônico
Platão era aluno de Sócrates. Tentando entender o motivo pelo qual seu grande mestre havia se matado, ele propõe a existência de dois mundos: Um chamado mundo sensível, aquele que você percebe com os cinco sentidos, e outro chamado mundo inteligível, que você só pode perceber com a inteligência, a mente. O mundo sensível é apenas um reflexo do que há de bom no mundo inteligível. O amor perfeito só existe na mente das pessoas, mas o amor real (que se toca, se vive) pode ter falhas. Por isso, quem não vive o amor real, fica só na imaginação, vive um Amor Platônico

5) Vai Tomar Banho
Em "Casa Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore para limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com frequência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar banho".

6) Bode expiatório
A expressão significa que alguém recebeu a culpa de algo cometido por outra pessoa. A origem está num rito da tradição judaica. Simbolicamente, o povo depositava todos os seus pecados num bode, que era levado até o deserto e abandonado. Dessa forma, acreditava-se que as pessoas estariam livres de todos os males que tinham feito.

7) Tirar o Cavalo da Chuva
- Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje!
No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e, se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva". Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa

8) Caiu no conto do vigário
Uma imagem de Nossa Senhora dos Passos foi doada pelos espanhóis para Ouro Preto e começou a ser disputada pelos padres de duas igrejas: a de N. Sra. de Pilar e a de N. Sra. da Conceição. O padre de Pilar sugeriu, então, que a imagem fosse colocada em cima de um burro, no meio do caminho entre as duas igrejas. O rumo que o animal tomasse, decidiria quem ficaria com a imagem. Quando foi solto, o burro se dirigiu para a igreja de Pilar. Mais tarde, soube-se que ele pertencia ao padre de lá; logicamente sabia o caminho a seguir.

9) Sem Eira Nem Beira
Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. Não ter eira nem beira significa que a pessoa é pobre, está sem grana.

10) Disputar a negra
Os senhores do séc. XVIII, quando jogavam, o troféu era, quase sempre, uma negra escrava. O termo é usado até hoje em "peladas" e "rachas" de futebol.

E voês conhecem alguma para acrescentar a nossa lista?